segunda-feira, janeiro 24, 2022

Apesar de considerar que a economia encontra-se em ritmo lento, mais da metade dos CEOS brasileiros entrevistados pela KPMG acredita na retomada do crescimento do país

08/08 – Comunique-se

Pesquisa com 50 executivos constata que o otimismo baseia-se na tecnologia, na velocidade e no talento
Mais da metade (58%) dos cinquenta CEOs das empresas brasileiras entrevistadas pela KPMG acredita na retomada do crescimento do país e na melhoria de resultados das organizações a curto prazo, apesar de considerar que a economia encontra-se em ritmo lento (38%). Segundo ainda a pesquisa “Panorama Global dos CEOs 2016”, um pequeno número de executivos (26%) afirma estar muito confiante. O levantamento da KPMG proporciona um retrato das expectativas dos dirigentes de empresas globais em relação ao crescimento dos negócios, aos desafios e as estratégias para os próximos três anos.
De acordo com a pesquisa, quando as estimativas são a médio prazo (próximos três anos), os resultados apontam para a mesma tendência, com ampliação nos percentuais de confiança dos CEOs no que diz respeito ao crescimento do país: de 58% dos entrevistados, em 12 meses, para 76%, em três anos. O relatório apontou ainda que o cenário é praticamente idêntico quando os executivos são questionados sobre a economia global, no mesmo período de tempo.
“Os CEOs estão ajustando as estratégias a curto e longo prazo à realidade econômica de cada país. Além disso, estão procurando alternativas para crescimento como joint ventures, alianças e parcerias com outras empresas para responder às mudanças em tempo hábil”, afirma o presidente da KPMG no Brasil, Pedro Melo.
Desempenho das organizações: eleições, manifestações, instabilidade social e Brexit
Dentre os fatores externos que podem influenciar o desempenho da organização, os CEOs brasileiros indicam aqueles de ordem socioeconômica (eleições, manifestações e instabilidade social) como os mais impactantes ao longo dos próximos três meses. Quando voltam o olhar para o mercado global, mais exatamente no impacto que terá a saída do Reino Unido da União Europeia (BRexit) nos resultados das organizações, apontam que poderá haver algum reflexo positivo em aspectos como o crescimento das receitas, planos de expansão para a Europa e acesso ao mercado de capitais. “Os reflexos do Brexit ainda devem ser apurados, mas é importante os CEOs compreenderem os impactos específicos para o seu setor”, afirma o presidente da KPMG.
Quando se fala sobre a perspectiva para o faturamento das organizações, a maioria dos entrevistados projeta um aumento entre 2% e 5% ao longo dos próximos três anos. Dentre os elementos que poderão levar as empresas a esse desempenho, a grande aposta está no desenvolvimento de novos mercados, ficando na sequência, pela ordem de relevância, novos produtos, novos clientes e novos canais. Com relação aos novos mercados, os CEOs brasileiros observam os maiores potenciais de crescimento na Índia, os Estados Unidos e a China. “A pesquisa nos mostra que os CEOs, cada vez mais, enxergam os mercados internacionais como atrativos para os negócios. Além disso, não podemos deixar de notar que a inovação vem se tornando pauta recorrente para os executivos”, analisa Melo.

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