domingo, janeiro 23, 2022

Imposto pesa sobre vinho nacional e alivia importados

13/10 – Queila Ariadne / O Tempo
Suave, encorpado, tinto, branco. Seja qual for o tipo do vinho, uma característica é comum: mais da metade da garrafa é imposto. Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), a bebida nacional tem uma carga tributária de 54,7%. Mas, considerando 2% de contribuição para o Fundo de Erradicação da Miséria (FEM) e os impactos do sistema de substituição tributária, essa carga é de quase 60%.
Se o vinho vier do Chile ou de países do Mercosul, que possuem vantagens comerciais, não tem mais nenhuma taxa. Só os da Europa pagam 27% de imposto de importação. Mesmo assim, o importado acaba saindo mais barato, considerando bebidas de qualidade equivalente.
“Esse é o grande problema do vinho no Brasil. Temos bebidas excelentes, mas como os preços são parecidos e, no caso do Chile e da Argentina são até 20% mais baratos, o consumidor dá preferência para os importados. Já é uma questão cultural do brasileiro valorizar mais o que vem de fora, e os preços dos vinhos nacionais ainda são mais altos”, analisa o gerente de negócios da rede de supermercados Super Nosso, Cláudio Manuel Teixeira.
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