quinta-feira, janeiro 20, 2022

Uso da poupança está desequilibrado

14/10 – Léa de Luca / Brasil Econômico
A principal e mais barata fonte para financiamento imobiliário — os recursos das cadernetas de poupança — estão chegando a um limite, depois de meses registrando aumento menor do que os desses empréstimos. Considerando os cinco maiores bancos, 66% dos recursos das cadernetas estavam aplicados em crédito para imóveis em junho — o Banco Central (BC) obriga os bancos a aplicarem 65%. 
Mas esses 66% representam apenas uma média que esconde desequilíbrios: em alguns bancos, o montante aplicado é bem maior e em outros, bem menor. No Itaú e Banco do Brasil (BB), os percentuais estavam ligeiramente maiores do que 20% no final de junho; no Bradesco, em 44% e no Santander, 61%. 
Já na Caixa Econômica Federal, o saldo dos empréstimos imobiliários atingiu R$ 304 bilhões — quantia 37,5% acima do total dos R$ 221 bilhões em poupança. A Caixa vem usando outras fontes de recursos, como Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Certificados de Recebíveis (CRI), que têm, contudo, custos mais elevados do que a poupança. A partir do ano que vem, os bancos poderão emitir também Letras Imobiliárias Garantidas (LIG) para complementar suas fontes.
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