Em seu voto pela procedência do pedido, o relator, ministro Alexandre de Moraes, explicou que o artigo 19 da LRF enumera as despesas que não serão computadas para fins do limite de gastos com pessoal.
Plenário da Câmara aprovou 87 propostas no 1º semestre; reforma tributária foi maior destaque
Ao todo, o Plenário da Câmara aprovou no primeiro semestre do ano 46 projetos de lei, 17 medidas provisórias, 18 projetos de decreto legislativo, 3 projetos de resolução, 2 projetos de lei complementar e 1 proposta de emenda à Constituição (PEC).
Tecnologia no setor contábil é tema de palestra que ocorre nesta quinta-feira (20)
Com mais de 20 anos no mercado de tecnologias para o setor contábil, o gestor comercial e contabilista Welliton Ferreira apresentará a palestra.
Presidente do Sescon-SP pede mobilização por aprimoramento da Reforma Tributária em plenária do CRCSP
As entidades contábeis poderão, por meio da Frente Parlamentar Mista da Contabilidade Brasileira, levar dados e informações para esta discussão”, pontuou.
Fortaleza: Lançamento presencial da 20ª CONESCAP e 17ª Convenção Regional do CRCCE
O presidente da FENACON, Daniel Coêlho, agradeceu a união das instituições que trabalharam em prol do evento. “É a união de trabalhos para trazer um dos maiores eventos do país para Fortaleza, uma terra de empreendedores e que abriga gestores renomados.
Confira a programação da 11ª Caravana da Governança, edição Salvador!
Nesta 11ª edição, o seminário contará também com a apresentação do Programa Nacional de Governança Pública (Pronagov), palestras sobre auditoria interna e mecanismos da governança, além dos cases de sucessos de prefeitos e um painel sobre a Nova Lei de Licitações.
Entenda a diferença entre caduca e prescrita
Em um país com alta taxa de desemprego em 11%, é compreensível que haja muitos cidadãos com o nome negativado nos sistemas de proteção de crédito.
Ranking de qualidade da informação contábil e fiscal será tema de seminário promovido pela CNM. Participe!
O seminário tem por objetivo apresentar os requisitos de análise do ranking de qualidade da informação contábil e fiscal realizada pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Também serão elencadas as principais dificuldades dos entes na avaliação e apresentadas as boas práticas dos municípios que estão entre os melhores no ranking.
A nova geração está preparada para a gestão das empresas familiares?
As famílias empresárias são responsáveis por uma expressiva fatia do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. Estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) revela que nove em cada dez instituições brasileiras são familiares. Esse tipo de companhia é responsável por aproximadamente 65% do PIB nacional e emprega cerca de 75% dos empregados brasileiros. No entanto, a transição de gestão para as novas gerações ainda permanece sendo o principal desafio.
Essa constatação vai ao encontro do índice Global de Empresas Familiares, da PwC, que revela que apenas 36% das empresas desse tipo vão à 2ª geração. Esse número é ainda menor em relação às demais gerações: 19% sobrevivem à terceira e, somente, 7%, à quarta geração.
Para Valéria Pimenta, especialista em análise comportamental e desenvolvimento de liderança, e diretora de Negócios na Thomas International Brasil, a maior provedora de avaliações comportamentais do mundo, “dentro desse gigante universo das famílias empresárias esse assunto (sucessão) é tratado de diferentes formas – não há régra. Alguns líderes enxergam esse tema como altamente estratégico para a perpetuação do negócio e, por isso, o tratam de maneira profissional”.
O estudo da PwC mostra que apenas 24% dos membros da geração atual no comando das empresas familiares brasileiras têm um plano de sucessão robusto. “Há companhias que, por vezes, estão há décadas reportando lucros atrativos, sustentando diferentes gerações da mesma família, se perpetuando em setores estratégicos, além de empregar centenas e até milhares de colaboradores. Por isso, investir em governança é tão importante para companhias do tipo”, diz a especialista.
Existe o melhor momento para uma eventual transição?
Não há regras que possam definir o momento mais assertivo para uma transição. Por vezes, inclusive, esse é o ponto mais sensível nesse tipo de negócio. Há muitos sentimentos envolvidos nessa questão. O fundador, em alguns casos, possui um carinho e admiração pela companhia que extrapolam qualquer entendimento.
“No entanto, é vital que esse tema (sucessão) seja visualizado com bons olhos pelos próprios fundadores. Esse endosso é o primeiro passo para que se inicie um processo natural e profissional”, diz Valéria.
A importância de separar sentimentos e questões pessoais
Em negócios com diferentes gerações da família empregadas, escolher a linha sucessória também é um desafio. Eventualmente, há famílias empresárias com diferentes filhos à frente dos negócios.
É importante que, embora óbvio, seja colocado de lado todos os tipos de sentimentos e questões pessoais. “Para evitar desgastes e conflitos desnecessários, muitos líderes de empresas do tipo procuram suporte profissional, como consultores especializados, para auxiliar no entendimento de questões exclusivamente profissionais”, lembra.
Hoje, existem várias ferramentas de diagnóstico, amparadas em pesquisas e ciência, que podem auxiliar os fundadores a identificarem os melhores talentos dentro das companhias. “Essa é a maneira encontrada por muitos líderes para endossar percepções, amparar tomadas decisões importantes ou, por vezes, até postergar definições. Tudo pensando na longevidade da companhia”, finaliza Valéria.
Brasileiros no exterior terão apoio para empreender fora do país
O Embaixador Laudemar Aguiar, secretário de Promoção Comercial do MRE, declarou que ao apoiar os empresários que querem empreender no exterior, o Sebrae também ajudará nas exportações do país, pois os negócios são voltados para a comunidade brasileira, que sempre busca consumir os produtos que lembrem o gostinho de casa.











