Falta de planejamento e gestão reduz retorno social projetado aos Jogos Olímpicos
31/08 – Roberta Mello / Jornal do Comércio RS
Distantes mais de mil quilômetros da capital gaúcha, os Jogos Olímpicos Rio 2016 podiam parecer algo completamente desinteressante ao Rio Grande do Sul ou aos demais estados brasileiros no que diz respeito às contas públicas. Porém, quando R$ 24,6 bilhões dos mais de R$ 39 bilhões gastos com infraestrutura e operações relativas às competições vêm do orçamento federal, compreender e avaliar os gastos e seu legado ao País se tornam imprescindíveis.
Esse foi o propósito do relatório Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro – Aspectos Orçamentários e Estratégicos, um dos estudos do projeto Gestão Pública Eficaz, elaborado em parceria pela Faculdade de Economia (Face) da Pucrs e pelo Sescon-RS. Além de examinar os gastos, o estudo analisa a distribuição dos recursos na cidade e as contribuições pretendidas e alcançadas com a realização do evento no Brasil.
A realização e a organização dos Jogos Olímpicos da Era Moderna assumiram, desde meados do século XX, importância política, econômica e social. Assim, por exemplo, foram os jogos de Berlim, em 1936, quando a organização valeu-se da realização do evento para propagandear junto ao público, interno e externo, as ideias do governo alemão. Também foi emblemático o evento sediado em Londres, em 1948, logo após o término da Segunda Guerra Mundial, entre tantos outros.
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