A Carteira de Trabalho no formato Digital – via aplicativo – foi instituída pela Portaria 1.065, de 29 de setembro de 2019, para substituir o documento físico de papel, passando a ser emitida automaticamente para todo brasileiro ou estrangeiro que possua inscrição no Cadastro das Pessoas Físicas (CPF), independentemente de solicitação, permitindo que o trabalhador acompanhe todos os registros de sua vida laboral, constantes nas bases governamentais, inclusive aquelas que já estavam registradas na Carteira de Trabalho em papel.
Saindo do processo manual para o automatizado
No entanto, esses processos são multifacetados e têm implicações para sua equipe financeira. Passar de um processo essencialmente manual para uma solução de software que automatiza processos básicos é certamente um passo na direção certa. Mas é realmente apenas o primeiro passo em uma jornada de muitos processos baseados em papel díspares para uma solução totalmente automatizada e integrada que elimina fraudes e desperdícios, otimizando gastos e ajudando a gerenciar o fluxo de caixa.
Especialista em direito digital analisa as ações que o Supremo Tribunal Federal (STF) sofreu, em sete meses, e destaca a necessidade de prevenir os incidentes e o vazamento de dados
De acordo com recentes informações do STF e do site jurídico Jota.info, entre novembro de 2021 e maio de 2022, foram contabilizados 2.434.627 ataques cibernéticos considerados críticos. Números esses que somam mais de 90% de todas as ameaças recebidas no endereço eletrônico do Tribunal neste período, embora os ataques não tenham colocado em xeque a segurança cibernética.
A automatização e o futuro das profissões
A partir disso, o Fórum Econômico Mundial vem estudando o assunto e publicou o “The Future of Employment: How susceptible are Jobs to Computerisation?”. À medida que os avanços nas tecnologias de Machine Learning e robótica avançarem, será inevitável a substituição de funções hoje ocupadas por humanos.
Cinco pontos porque o Low-Code é o futuro dos bancos digitais e fintechs
Vale explicar um pouco mais o que é essa tecnologia. O Low-Code Platform Development (LCPD) — ou simplesmente Low-Code — é uma abordagem para o desenvolvimento de software que prevê pouca ou nenhuma codificação no desenvolvimento de aplicativos. Em vez de escrever códigos em linguagens de programação complexas e extensas, os desenvolvedores trabalham para que você possa empregar interfaces visuais com lógica básica, com comandos de arrastar e soltar.
CVM adere ao Super.GOV.BR e é uma das pioneiras na implementação da nova ferramenta do governo federal
O Superintendente de Tecnologia da Informação (STI) da CVM, Carlos Valentim, relembrou a importância da parceria junto à equipe do Processo Eletrônico Nacional (do Ministério da Economia), que acompanhou e apoiou durante todo o trabalho.
Os nove pontos fortes de um sistema ERP
Os sistemas ERP geralmente são oferecidos em pacotes modulares: isso significa que uma determinada empresa pode começar com os pacotes que considera básicos e indispensáveis e, posteriormente, ao longo do tempo, adquirir outros pacotes que completam todos os processos.
Projeto de lei quer limitar reconhecimento facial como forma de acesso a serviços públicos
O deputado também argumenta que o uso indiscriminado da tecnologia e vulnerabilidade na segurança podem prejudicar os usuários. “Outra possibilidade é o mau uso desses dados em razão de vazamentos ou mesmo do uso comercial dessas informações, alimentando a prática de fraudes, estelionatos, roubo de identidades ou falsidades ideológicas das mais variadas.”
QuickBooks da Intuit anuncia saída do mercado: por que não deu certo no Brasil?
No Brasil, a Intuit opera com o QuickBooks e o MailChimp, principal software de CRM e e-mail marketing do mercado. Segundo a Intuit, o MailChip vai continuar funcionando normalmente por aqui, mas o QuickBooks encerrou a venda de licenças em outubro e estará disponível para uso dos assinantes até 30 de abril de 2023, data em que o software será descontinuado em solo nacional.
Mundo está migrando para economia tokenizada, diz presidente do BC
Fenômeno crescente nos últimos anos, a tokenização acontece quando o proprietário de um ativo real (imóveis, moedas ou obras de arte) cria a sua representação digital fragmentada em unidades criptografadas (tokens) em uma rede de blockchain.











