quinta-feira, janeiro 20, 2022

Com riscos altos, redução de spreads e juros bancários ainda deve demorar

05/01 – DCI – Diário Comércio Indústria & Serviços / Portal Contábeis

Os juros e spreads bancários tendem a ficar perto do estável durante este semestre. Apesar da aposta mais agressiva na queda da taxa básica, a Selic, pelo Banco Central (BC), as instituições financeiras devem “calibrar” repasses de forma lenta e comedida, acompanhando a inadimplência.
Precificados frente à menor tomada de crédito e à alta inadimplência, tanto os juros bancários quanto os spreads já atingiram os maiores patamares em dois anos. Dados do BC apontam que, em 12 meses até novembro de 2016, os aumentos das taxas foram de 2,6 pontos percentuais (de 30,4% para 33%) e 4,1 pontos (de 19,4 para 23,5 pontos), respectivamente.
Neste sentido, mesmo com os anúncios e pedidos de incentivo ao crédito feitos em 2016 pelo presidente Michel Temer, a aversão ao risco ainda tem servido como freio para o repasse mais “enérgico” por parte dos bancos.
“Há uma combinação de riscos associados que são relevantes, e não vejo um cenário de subida de juros. Mas o ajuste será gradual. Temos que fazer uma administração cuidadosa”, avalia Cassio Schmitt, diretor de produtos de crédito e recuperação de pessoas físicas do Santander. Ele ressalta que o foco tem sido em “bons clientes”, com predisposição à renegociação de dívidas.

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