Celebrado em 19 de novembro, o Dia Internacional do Empreendedorismo Feminino é uma iniciativa das Organizações das Nações Unidas e visa incentivar e apoiar as mulheres a abrirem os seus próprios negócios e combater a desigualdade de gênero, especialmente no mercado de trabalho.
Ao mesmo tempo em que há muito o que comemorar ainda existe um longo caminho a ser trilhado. Menos de 100 anos atrás as mulheres não podiam votar e, em pouco mais de 50, precisavam de autorização do marido para trabalhar, cenários impensáveis nos dias de hoje. Por outro lado, mesmo estudando mais e exercendo a mesma atividade ganham 22% menos que os homens, situação que se complica mais para aquelas com nível superior, que faturam 38% menos. Embora representem a maioria da população, 52%, ocupam posição de destaque em apenas 13% das 500 maiores empresas brasileiras.
Apesar disso, os números relativos ao público feminino são grandiosos. De acordo com dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, promovida pelo IBGE, cerca de 9,3 milhões de mulheres estão à frente de negócios no Brasil. Além disso, representam hoje 48% dos Microempreendedores Individuais.
Mais que um ato de empreender, o empreendedorismo feminino tem sido um importante instrumento de transformação social, de empoderamento, respeito e reconhecimento. Por ele, muitas mulheres criam uma identidade, encontram formas de sustentar a si e suas famílias, conquistam a satisfação pessoal, ganham credibilidade e espaços na sociedade.
As características marcantes das mulheres, como intuição, resiliência, empatia, sensibilidade, polivalência, versatilidade, escuta ativa, poder de conciliação, cuidado, zelo e tantas outras imprimem uma nova dinâmica aos negócios, tornando-os únicos e diferenciados.
Contudo, antes de se tornar uma empreendedora é fundamental se conhecer e identificar se possui características para comandar um negócio. Mesmo quando o início é por necessidade é importante ter uma postura criativa, ter a capacidade de entender o mercado e de agir, de enxergar problemas e buscar soluções, ter coragem e iniciativa.
Além dos desafios inerentes ao empreendedorismo e possibilidade de falhas, comum a todos, as mulheres enfrentam ainda uma série de questões estruturais ao conduzir seus negócios, como preconceitos, necessidade de se provar a todo o momento, a dupla jornada, maternidade, entre tantas outras que permeiam o seu dia a dia. Contudo, elas estão aí, quebrando barreiras, superando obstáculos, mostrando-se competentes e fazendo a diferença em seu meio e no mundo.
Que no próximo Dia do Empreendedorismo Feminino tenhamos novos números, mais conquistas e novos cenários de inclusão, respeito e reconhecimento à mulher empreendedora.
Equipe Contabilidade na TV
O conteúdo deste texto foi extraído do debate promovido pelo Programa “Delas, Para Elas” realizado em 16 de novembro e que debateu o tema: “Dia Internacional do Empreendedorismo Feminino: muito a se comemorar e ainda muito a conquistar!”.
Assista a íntegra do bate-papo em: https://youtu.be/uyNWUISw9fg
Ficha técnica do programa:
Apresentação e mediação:
* Magda Battiston, jornalista e produtora executiva do Portal Contabilidade na TV.
* Ana Meneguini, criadora da ITM, Estratégia de Marca & Cultura para Diferenciação Competitiva
Participações:
٭ Lúcia Young – Palestrante e professora.
٭ Aline Portela – Professora, Consultora e Mentora em Carreiras na Contabilidade
٭ Mônica Porto – contadora e palestrante
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